quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Banzo

Não me recordava de conhecer essa palavra até setembro, em uma das últimas sessões com a psicóloga...
E achei que seria uma coisa mais filosófica do que prática. 
Eis que ocorre o nascimento de Arthur em Salvador. Eu acompanhei (mais via WhatsApp, do que pessoalmente, mas tá valendo!) a gestação de Sói desde o início: a descoberta, as angústias, os alívios, o encantamento... E acho que devido a isso, foi tão difícil estar distante. Acompanhei o trabalho de parto via WhatsApp, com informações, spoiler, fotos e vídeos enviados pela Dinda e titias de Tutu. Foi uma emoção e tanto, um pouco de euforia com muita alegria, mas também tinha uma tristeza miudinha lá no fundo, porque o que eu queria mesmo era estar presente, lá, ao vivo... 
E um sentimento foi surgindo... É... Acho que pode ter sido esse tal do banzo...


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Dia desses no ônibus...

A menininha com o rosto pintado de gata segurando sua espada azul royal feita de bola de soprar, acompanhada de seus pais e sua irmã mais velha, entra no ônibus no terminal 3. Prontamente o cobrador pergunta pra ela: "quer sentar minha gatinha?" A menininha balança a cabeça positivamente. E então ele completa em alto e bom tom: "Alguém sentado nessas cadeiras amarelas poderia ceder o lugar pra essa gatinha e essa jovem?" Uma moça se levanta imediatamente. Elas sentam, a menininha vai entregar a espada para o cobrador brincar com ela, talvez em forma de agradecimento, e infelizmente o balão estoura, mesmo assim a risada foi generalizada...